segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011





"Fiz o que quis e fiz com paixão.
Se a paixão estava errada, paciência.
Não fiquei vendo a Vida passar, sempre acompanhei o desfile."

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quem nasce abençoado, ninguém amaldiçoa!



Meu bem, a vida é bem mais do que o quintal da tua casa.
Tem coisa mais cafona que ter uma vida sem graça e, ainda achar que desperta inveja?!
Uma coisa eu aprendi, quanto maior o curriculo lattes da pessoa, maior é sua humildade!Então, guarde sua arrogância e sua prepotência que ainda tem muito chão pela frente, meu bem!

sábado, 12 de fevereiro de 2011


Só você não viu quanta aurora
Eis a hora em que você me beijou
Só você não viu, ir embora
Mundo afora o que um dia me partiu
Você sorriu, um gosto de amora fincou na dor ..................



Tão livre pra ser o que sou                       ''








sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ela dizia todo tempo como ser forte. Sabia a receita e os ingredientes. Não esquecia nada. Contava os minutos de aquecimento e de descanso, e sempre sabia o ponto. Tinha propriedade na fala. Como quem não sabe ser nada, além disso. Falava por horas. Vislumbrava o céu, contava estrelas, apontava a lua e abria a janela pra ver o céu sobre aquelas ideias. Fechava os olhos, gesticulava e mordia os lábios como quem sente a palavra. Ela sabia do gosto doce e amargo, do néctar e do ranço, do insosso. E talvez por isso ela experimentasse aquele silêncio como ritual de degustação de suas dores, seus amores, seus encantos e espantos. E não por outra razão ela parecia mais forte. Mas ela não sabia de onde vinha aquilo. Era intensa apenas. Deixava-se contornar sem rustificar seus traços. Ela não sabia da sua força, mas permitia-se desnudar-se do medo de ser frágil. Suportava o peso das consequências com peito de aço, mas desmoronava naqueles ombros como quem perdera o chão, e revestia-se de inocência como quem não tem medo de deixar uma fileira de formigas como pista de sua doçura. E cantarolava músicas que não existia, como quem ritma o silêncio para que se sinta ali. E segurava aquelas mãos como talismã. E não largava por nada, mesmo suadas. E ficava ali. Observando o espaço, e pausando o tempo no abraço. Ela não era fonte de força. Mas também não era farsa. Era falha. Folha, em branco, rabiscada, colorida, acinzentada. E sentia falta de chão às vezes, perdia a cabeça também, chorava escondida de noite ou de dia, e tropeçava na fragilidade que deixara no meio da sala...Mas estava ali, embora frágil, ela estava ali como quem se permite ser retrato sem medo de olhares demorados. Como quem se permite ser um livro com sublinhados e orelhas dobradas. Como quem se permite estar ali e não lá, simplesmente porque lá não estariam juntos. E isso tudo não seria assim.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


 Viciada, admito.
Absolutamente tarada no teu sorriso.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Alma Gemea

"Existe uma lenda, segundo a qual, quando o criador fez o mundo, homem e mulher eram um só ser, em um só corpo... mas o ser humano afrontou o criador e, como castigo, homem e mulher foram separados.
Diz a lenda que, cada um de nós procura a sua alma gemea para se unir a ela e os dois se transformarem novamente em um só corpo.
Todo homem e toda mulher tem a sua alma gemea, na eterna procura do amor, e qdo alguém encontra a sua alma gemea, é magico, porque uma alma gemea reconhece a outra"

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"As vezes quando pensamos que já temos tudo na vida, ela vem e nos arma uma cilada. E transforma tudo aquilo que você acreditava ser pra sempre, em quase nada. E aquele amor que você jurava ser eterno, não deixou de ser amor e nem de ser eterno, mas transformou-se em algo morno tranquilo, quase coisa de irmão. Foi assim que aconteceu comigo, talvez com você também.
Deve ser assim com todos. E quando, de repente, mesmo sem querer (ou querendo?) que aparece alguém no seu caminho. Alguém que você rotula de "especial e perigoso."
Especial porque faz seus olhos brilharem como estrelas e seu coração acelerar, quando está por perto. Alguém que faz você acordar
 no meio da noite pra poder ficar imaginando como seria, se pudesse ser. Alguém que faz você ligar, só pra poder ouvir a vóz e a respiração, e desligar, como uma adolescente.
E alguém que aciona a sua voz interior, te avisando do perigo, fazendo com que você viva entre a cruz e a espada, com a emoção a flor da pele (e a solidão também).
Aconteceu comigo. (Aconteceu com você?).
Quebrei o código do silêncio que reina entre nós. Mas, agora para o bem de todos, que ele volte a reinar, silencioso e absoluto.
Mas, antes, deixa eu te dar um abraço...


(Kaline Chumbo)